quarta-feira, 29 de maio de 2013
Bem ..... estas não viram do Japão, nem da China, nem foram dados por Dom Afonso Henriques ao meu falecido e já bem morta paizinho. Estas foram feitas por mim no meu "atuliê" com a tal madeira muito especial cagada pelo burro. Só que está velhote e agora só come meio saco de serradura por semana, de modo que a produção é mais pequena.
domingo, 26 de maio de 2013
A travessia do deserto da Caucarásia.
Íamos nós pelos desertos da Caucarásia, trilhando novos
rumos ao mundo, munto antes do Cristóvão Colombo ter encontrado a minha tia Ermelinda
Bonifácia, da qual teve cinco filhos.
Ora acontece que o meu falecido e já morto paizinho pôs á
prova estes caminhões movidos a caca de passarinho verde e com ele lá fomos á
descoberta das minas de água a ferver.
o grande "Mata Piratas"
Bem, voltei ao sótão e …… lá estavam os dois cofres com as respetivas chaves mas ….. sem os
dobrões de ouiro.
Corria o ano de minoveecaranguejo quando o meu falecido
paizinho foi incumbido pelo Vasco da Gama (grande amigo da nossa família) de
desbaratar a frota pirata do Sandocam.
Nós (os cristões) tínhamos três naus, combatemos as
cinquenta e quatro fragatas e um porta aviões do temível, terrível e
maisquemuitomau Sandocam pirata sindicalizado dos mares da china. Vencemos e o
meu falecido paizinho ficou a ser conhecido pelo “mata piratas”.
Como recompensa o Vasco da Gama deu-lhe estes dois cofres
cheios de dobrões, que logo gastou algures por lá em minis, finos e alguns
traçadinhos, assim como azeitonas e tramoçus.
sábado, 25 de maio de 2013
A "rota da seda"
Estava eu muito bem a descansar sentado de pé quando me deu
na mosca ir arrumar o sótão das recordações deixadas pelo meu falecido
paizinho. E, eis que encontrei o espólio daquela que foi a grande epopeia,
quiçá a nossa maior expedição que eu e o meu falecido paizinho fizemos a mando
de Dom Afonso Henriques. Foi descobrir o caminho que mais tarde seria conhecido
pela “rota da seda”.
Eu era pequeninninhu e lá fomos na caravana do grande Marco
Polo, disfarçados de beduínos e montados em camelos. Para lá foi assim, foi a
descoberta do Japão, para cá já viemos de burro, o que na altura era um luxo.
Eu como era pequenininhu vim de “riquexó”, puxado por um chinoca.
Bem, tudo isto para vos mostrar os baús, de uma madeira mui
rara, e proveniente de um dos burros que vinha connosco. Como é possível !!
pensarão vocês, mas …. Era a coisa mais natural, o animal comia uma saca de
serradura e cagava uma tábua de solho.
domingo, 12 de maio de 2013
A vinda da India e o naufrágio.
Hoje lá fui de viagem ao sótão das minhas recordações e
eeeeeeeeeeee ….. lá encontrei estes três baús que me fizeram recordar o meu
falecido paizinho num grande episódio da minha infância o qual me marcou vida
fora.
…. Vínhamos da India onde o meu falecido paizinho trazia
vasto espólio como recompensa dada pelo capitão do reino, o grande Vasco da
Gama.
Ora ao passarmos o Cabo das Tormentas grande temporal se
levantou e as duas naus lá se afundaram. No meio desta tormenta tão dolorosa o
meu falecido paizinho lá consegue salvar estes três baús valiosíssimos de
madeira mui rara e de seu nome “pauteso”.
E com grande bravura lá veio a nadar segurando numa mão um
baú, noutra mão outro baú, noutra mão outro baú e na outra mão segurava-me a
mim, e a sim lá veio a nadar até Peniche onde uma traineira da pesca do
cabalhaau nos deu uma boleia, e dai o ditado “os amigos de Peniche”.
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